É hora de serenar e de ter paciência. Sobretudo ter paciência comigo mesma. Confesso que não é de minha natureza foguenta, não é do meu temperamento exaltado, revolto, angustiado, nem do meu jeito atrapalhado, mas o tempo vai ensinando, e aí não resta outra alternativa: é puxar a tal da paciência, calando, contando até não precisar contar mais! Aceitar. Buscar com cautela. Medo? Ele existe, estou sozinha. Tem que ter coragem e vontade de rir, de olhar o horizonte e amenizar a dor da carne, do corpo, e as dores estranhas, é claro. Fazer com que as experiências não desapareçam, sei que não somem, porém lidar com elas, com todas, sem exceção, de um jeitinho a solidificar os pedaços de mim, e levantar para seguir adiante, em pé, refeita, humana. Como quem sente uma brisa agradável no rosto, carícia da Terra, de comunhão, de algo ou alguém saber que estou no aguardo.
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
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