Me perco no tempo quando estou com você
Me completo, me preencho
Sou tudo e todos
Sou desejo, sou vontade
Sou realidade
Imagino, presenteio
Desconfiguro
Não penso em nada,
Me desespero
Me preocupo
Sinto saudades do que tenho
e do que não tenho
Tudo é real,
Não imagino,
Faço
Te beijo, te agarro
Viro de ponta cabeça
Vivo o momento
Digo o que quero
Queria dizer mais
Quero sempre mais
Me encanto com qualquer defeito
Me encaixo em qualquer cena
Já não vivo sem você
Já não sei te esquecer
e quero mais...
e quero mais...
e quero sempre, você.
Te amo... Sua eterna menininha
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
O egoísmo
O egoísmo levará as pessoas a uma irresponsabilidade de flerte quanto a viverem em coletivo. Salvem seus pescoços! Cada um é responsável por si. Ninguém faz parte ou tem a ver com os acontecimentos que nos acometem em cadeia. Reações. Assistam ao filme "Magnólia", de Paul Thomas Anderson, e verão que a solução mais cômoda, mais racional, mais certa, não é tão simples: o buraco é bem mais embaixo: mais na superfície do que no submundo. Somos o que podemos ser, sonhos que podemos (e queremos) ter...
Sonhos são para serem sonhados, não vividos. Minha alma tenderá a discordar. Prefiro sonhar. Mesmo que seja dormindo.
Sonhos são para serem sonhados, não vividos. Minha alma tenderá a discordar. Prefiro sonhar. Mesmo que seja dormindo.
A deriva
Eu li isso na web, em uma passagem do messenger de outra pessoa... Palavras soltas, de vez em quando, fragmentos de curiosidade, fragmentos de lembranças de uma vida dúbia, ambígua, inventada, porém com momentos de toque real, já passado toque.
Aos desconhecidos e anônimos que se cruzaram na estrada da solidão! São muitas as estradas, e nem todas são de asfalto. Estradas de tecladas, estradas de atropelamentos, estradas de chão batido, de terra, estradas de paralelepípedos, estradas de se perder, estradas de se achar... estradas de andar de moto, de andar de carro, de andar a pé, de se arrastar, de rolar a cadeira de rodas... Estrada afora.
O barco está a deriva - assim, sem crase, eu li. Não, só a deriva. Só? Talvez não mais que eu. Ou só deriva. Assim eu e muitos: derivados de alguns primitivos. Por que não nos conhecemos já que na estrada fria nos conhecemos? Ah, que bom que foi sem ter sido... Foram momentos e mal sabíamos.
E agora podem ser observados, em mares distantes, barquinhos a deriva. Quantos neste mundão de Deus?
Te apelidei de barco agora. É um barquinho simples.
A deriva.
Te socorreria num abraço e não nos naufragaríamos mais em sonhos esporádicos. Distantes e separados sonhos. A deriva.
Aos desconhecidos e anônimos que se cruzaram na estrada da solidão! São muitas as estradas, e nem todas são de asfalto. Estradas de tecladas, estradas de atropelamentos, estradas de chão batido, de terra, estradas de paralelepípedos, estradas de se perder, estradas de se achar... estradas de andar de moto, de andar de carro, de andar a pé, de se arrastar, de rolar a cadeira de rodas... Estrada afora.
O barco está a deriva - assim, sem crase, eu li. Não, só a deriva. Só? Talvez não mais que eu. Ou só deriva. Assim eu e muitos: derivados de alguns primitivos. Por que não nos conhecemos já que na estrada fria nos conhecemos? Ah, que bom que foi sem ter sido... Foram momentos e mal sabíamos.
E agora podem ser observados, em mares distantes, barquinhos a deriva. Quantos neste mundão de Deus?
Te apelidei de barco agora. É um barquinho simples.
A deriva.
Te socorreria num abraço e não nos naufragaríamos mais em sonhos esporádicos. Distantes e separados sonhos. A deriva.
Aprovo tua ousadia.
Meu Cavalheiro,
Demoras tanto em tuas andanças, querido... A Alteza aqui já tratou de todas as flores do jardim. Despi-me dos mantos e ando como uma camponesa pelo território que me pertence. Não sinto falta de nada. Minto.
Demoras tanto em tuas andanças, querido... A Alteza aqui já tratou de todas as flores do jardim. Despi-me dos mantos e ando como uma camponesa pelo território que me pertence. Não sinto falta de nada. Minto.
Protejo-me sozinha, teço minhas vestes, refaço antigos vestidos bordados a ouro, e todos me respeitam, ainda que o território esteja praticamente abandonado. Tenho bons anjos, tu sabes bem... Não, não me isolei. Apenas lido melhor com as questões sozinha do que sem meu melhor agente. The favorite one. Poderia ter uma legião, mas sei que a Espada de um Samurai de mim, ora, eu assim desejo, deve estar em tuas mãos. E ela está. Contigo. Para que te movas, para que me sonhes de vez em quando, para que eu não faça uso do que pertence a um homem.
Mudo-me frequentemente, podes imaginar que as modificações são mais que pouco sutis. Não sei se reconhecerias o que denominavas sorriso meu, olhos meus, boca, calor, corpo, trajeto que eu fazia e que, protetoramente, observavas. E, também, cobiçavas. Principalmente quando eu era do Inimigo teu - meu. Estranha comparação... Mulher é de alguém. Mas não de qualquer. Jamais de nenhum, tampouco de todos. Mulher é.
Antes de ser o que fui, o que sou e o que serei, tenho o que brincávamos no espaço das fantasias. Quase ouço tua voz. Carinhosa, breve, tua voz. Sei que estás em inúmeras tarefas, mas sei que me lembras mais do que eu a ti.
Eu ando a passadas tênues, sem saber onde chegar, e quando fantasio, para o tempo passar, me distraio do que abstrato não é, sinto uma leveza descomunal. No corpo, na alma. Fecho os olhos, em qualquer lugar, e quase sonho de lembrar-nos o absurdo de já termos nos tocado mais de uma vez...
Faz tempo. Estou saudosa de tua leal proteção. Recebo teus retornos aos meus bilhetes, enviados pelo pássaro azul. Fica um aberto céu a nos desproteger, ou a nos seduzir para que sucumbamos novamente na paz de percorrer nossos corpos e escutar os susurros e possíveis descobertas de nós. Pistas de nós dois despidos. Sinto-me grandiosamente pequena... pois, súbito, enquanto eu abro meus olhos, e estás, deliciosa surpresa, atrás de mim, puxando-me para os teus braços, fechando alguma porta, já que me levaste a nós para fora do território banal. Te peguei mais uma vez. Ousamos. Pequena emoção? Beijamo-nos e silenciamos mais. Pequena... Pequena... Adoro ouvir isso. Adoraria. Adorava. Adorável é. Ouvidos em estado de alerta. Teu corpo é próximo. Olhos de Samurai. Tu ousaste. Aprovo tua ousadia.
Antes de ser o que fui, o que sou e o que serei, tenho o que brincávamos no espaço das fantasias. Quase ouço tua voz. Carinhosa, breve, tua voz. Sei que estás em inúmeras tarefas, mas sei que me lembras mais do que eu a ti.
Eu ando a passadas tênues, sem saber onde chegar, e quando fantasio, para o tempo passar, me distraio do que abstrato não é, sinto uma leveza descomunal. No corpo, na alma. Fecho os olhos, em qualquer lugar, e quase sonho de lembrar-nos o absurdo de já termos nos tocado mais de uma vez...
Faz tempo. Estou saudosa de tua leal proteção. Recebo teus retornos aos meus bilhetes, enviados pelo pássaro azul. Fica um aberto céu a nos desproteger, ou a nos seduzir para que sucumbamos novamente na paz de percorrer nossos corpos e escutar os susurros e possíveis descobertas de nós. Pistas de nós dois despidos. Sinto-me grandiosamente pequena... pois, súbito, enquanto eu abro meus olhos, e estás, deliciosa surpresa, atrás de mim, puxando-me para os teus braços, fechando alguma porta, já que me levaste a nós para fora do território banal. Te peguei mais uma vez. Ousamos. Pequena emoção? Beijamo-nos e silenciamos mais. Pequena... Pequena... Adoro ouvir isso. Adoraria. Adorava. Adorável é. Ouvidos em estado de alerta. Teu corpo é próximo. Olhos de Samurai. Tu ousaste. Aprovo tua ousadia.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Lembranças de uma tarde inesquecível...

Superficialmente sei que você pode não acreditar
Mas no meu íntimo algo grita por uma tentativa mais
Você não sabe que quando estou com você
Por várias vezes, e com todos os motivos
Meus olhos se enchem de lágrimas
Lágrimas boas de pura felicidade
E a emoção é tão forte, tão grande, que me torno pequena demais pra comportar
O que diria se soubesse que nunca foi tão grande assim?
Se for pra falar de amor, que sejamos sinceros
Mal sei do que se trata,
Mas agora o que sinto é forte demais
Só de pensar me estremeço por dentro
E não há medo, não há pessimismo que me faça desistir de te ter por inteiro
Assim como nessa tarde
Tudo foi como meus sonhos clamavam
Toda essa fantasia, fetiche
Tudo sem limite, mas tudo tão bom
E não garoto, nunca fui tão mulher quanto você me faz ser
E não!
Não há mais ninguém que possa me impressionar!...
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Antigamente
Antigamente podia dizer que odiava,
antigamente era jovem e o mundo era um lugar novo.
Envelheci.
O mundo tornou-se um lugar ameno onde estou sempre ausente.
Esforço-me por não catalogá-lo como cruel.
Mas não existe espaço para mim.
Em parte, culpa minha.
Quando fui mais jovem fui radical e escolhi não ter pertença,
não ter lugar neste mundo;
escolhi varias vezes ser diferente,
superior ao que me rodeia.
E continuo.
Diferente.
Mas já não sei o que me rodeia.
Tenho guardadas na gaveta as cicatrizes de inúmeras batalhas em prol da guerra que está perdida.
Porque antes ganhar algumas batalhas do que morrer silenciado pela realidade aguda.
E porque tenho o Mito.
Antigamente era jovem, envelheci.
Mas jamais serei uma pessoa grande e o mundo não me desculpa isso, impõe-se como cruel.
Na verdade, não escolhi nada.
A não ser não morrer, não sucumbir á doença da ignorância.
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
antigamente era jovem e o mundo era um lugar novo.
Envelheci.
O mundo tornou-se um lugar ameno onde estou sempre ausente.
Esforço-me por não catalogá-lo como cruel.
Mas não existe espaço para mim.
Em parte, culpa minha.
Quando fui mais jovem fui radical e escolhi não ter pertença,
não ter lugar neste mundo;
escolhi varias vezes ser diferente,
superior ao que me rodeia.
E continuo.
Diferente.
Mas já não sei o que me rodeia.
Tenho guardadas na gaveta as cicatrizes de inúmeras batalhas em prol da guerra que está perdida.
Porque antes ganhar algumas batalhas do que morrer silenciado pela realidade aguda.
E porque tenho o Mito.
Antigamente era jovem, envelheci.
Mas jamais serei uma pessoa grande e o mundo não me desculpa isso, impõe-se como cruel.
Na verdade, não escolhi nada.
A não ser não morrer, não sucumbir á doença da ignorância.
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Tristeza

A minha tristeza é existencial.
Sempre percepcionei o teu erro,
mas guardo ainda sonhos diurnos e clarividentes.
Tu poderias ter sido um,
teria sido tão fácil.
E foi tão difícil.
Não existiu decepção,
como uma ferida profunda que não dói ao cortar violentamente.
A dor incolor é ainda mais triste.
Eleva-se no silêncio com o som da sentença,
o timbre da consequência do dom negro e vazio.
A minha tristeza é indefinidamente triste.
Porque tu foste a hipótese patética de fugir à minha maldição.
E apenas a revelaste mais nitidamente chacinando todas as pequenas esperanças que eu criava cuidadosa e carinhosamente.
A minha tristeza é dura e pesada.
Um dia serás odiado e rejeitado.
Porque a minha tristeza é a saudade que me deixaste de mim.
Para uma pessoa que passou e não ficou, um ser que ainda há muito a evoluir!
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
sábado, 7 de agosto de 2010
Meu Pai

Te chamo...
Sei que me ouves onde estais.
Mas não consigo ouvir sua voz
Te busco...
Não te encontro.
Sei que estás do meu lado...
Não posso te ver
Só essa dor infinda no peito...
Essa saudade que dói...
Machuca.
Ah! Meu pai,
Como queria você aqui comigo.
Sentiria seu braço forte a me amparar como quando criança...
Me protegia,
Me guardava de todas as dores.
Hoje sofro só,
Você não esta mais aqui comigo me amparando,
Me dando forças pra viver.
Sem você fico perdida,
Desprotegida.
Isso penso eu ...
Meu pai sei que de onde estas cuida e zela por mim.
Continuo sendo sua menina mimada,
A luz dos seus olhos.
Deus deu a mim para você e sempre mimada.
Hoje não tenho quem me mime mais.
Aprendi a me defender sozinha e lutar cresci
Meu pai aqui estou deixando para você todo meu carinho...
Meu amor...
Eu te amo.
Sempre estarás comigo e no meu coração,
Nas minhas lembranças...
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
sábado, 31 de julho de 2010
A frase

Talvez eles não saibam a frase que te trouxe até aqui.
Sim, é verdade que continuas aqui pela mão de Sartre, é uma fragilidade existencial.
Responsabilizas-te inteiramente por todo o teu ridículo fracasso e continuas aqui, como castigo.
Como redenção.
Como hipótese de começar de novo sabendo assassinar concisamente o que está mal sem compaixão ou hesitação.
Eles não sabem nada sobre Epicuro porque a vida deles é a negação absurda, ignorante e estritamente irritante da teroria do prazer moderado.
A vida vivida levemente, sossegadamente, saber que um dia pode não ter vinte e quatro horas mas tem um tempo finito limitado. Nada sobre isto sabem. E tudo desprezam.
Mas não foi essa a frase pela qual vieste, não trás nas suas asas transparentes a razão.
Estás aqui para provar a oportunidade bem aproveitada, defender e gritar a diferença entre existências.
Queres garantir que tu és diferente e que a rosa secreta do mundo está a salvo contigo.
Queres ser Messias de ti próprio sem teres o Mito.
Estás aqui para existires à tua maneira, resistente como um castelo de ferro, enferrujado, mas firme .
“Quando um carvão é deitado para a fogueira, pode não arder” David Hume
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Amo as coisas simples da vida...

Adoraria gostar das coisas simples da vida.
Porém eu as amo demais!
O ruim é gostar também das coisas complexas da vida.
A rosa vermelha arrancada, morta, sinto pena dela.
Mas recebê-la como um gesto de amor?
E com uma fita vermelha?
De surpresa, quando o amado aparece na escada rolante, numa beca só!
Tão simples!
Aí é covardia!
Amo a simplicidade de quem, alegre é, sem se questionar a respeito, por viver o presente de estar vivo sem pensar no ontem nem no amanhã.
Amo a raridade de minha pele, ainda pele de mulher, mesmo que sempre seja, mas tão intensamente sentindo-se, ser tocada e eu sentir o toque e tocar com autenticidade, como se dos corpos tocados e das vozes ali aparecidas entre suspiros, surgisssem um "eu te amo".
Mas não amo o anseio, o medo, a incredulidade.
A incapacidade de perdão.
A falta de humildade para pedir e aceitar desculpas.
Não amo nossa fraqueza humana, e amo o fato da humanidade ter a fraqueza.
Gostaria de amar mais e verdadeiramente as coisas simples da vida!
Você poderia me ensinar?
Ensinar, sim, a identificar as coisas simples da vida.
Não lembro delas, ou não as conheci.
Não as identifico mais?
Não dá pra brincar de que o Richard Gere vai aparecer sorridente com uma rosa simples, num gesto simples, do nada!
Quero o simples mais simples!
Será que eu gostaria da Vieira do pescador?
Onde está a simplicidade?
O oposto da simplicidade, o interesse súbito e crescente pelo complexo, mostra que há, na minha, talvez na sua, muitos complexos.
O oposto da simplicidade, o interesse súbito e crescente pelo complexo, mostra que há, na minha, talvez na sua, muitos complexos.
Buraquinhos, feridinhas, lacerações, desastres escondidos lá no fundo dos sentimentos guardados ou escondidos na Caixa de Pandora que guardamos em nosso cérebro.
Aí não procuramos as coisas simples para viver, e sim os obscuros caminhos que levam a questionamentos que não têm respostas simples.
Ah, mas quando a porta da curiosidade se abre, convidando nossos monstrinhos que saem da caixa, a da cabeça, a passear...
A simplicidade passa despercebida.
Uma rosa é pouco!
Por que só uma rosa e não uma jóia ou um carro?
Por que você, e não ele?
Por que esta vida, e não outra?
Por que no filme, e não na vida real?
Por que amar, e não se amar?
Por que se amar, e não aceitar o amor?
Por que a vida tem algo além?
Tem? Quem disse?
E nisso o tempo passa.
E não dá para amar as coisas simples da vida.
Complicou demais.
Ficou complexo.
E este complexo não foi tratado.
E mesmo assim, a primeira pessoa, tanto do singular quanto do plural, diz, numa concordância ideológica: Amo as coisas simples da vida!
Como via de regra, pregam as terceiras pessoas.
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
terça-feira, 20 de julho de 2010
Dia do Amigo
Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um do outro há de se lembrar.
Mas, se a amizade permanecer,
Um do outro há de se lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente,
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos pra sempre.
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente,
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos pra sempre.
Há duas formas para viver sua vida :
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
Feliz Dia do Amigo!
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Quero fazer amor com você!

Não consigo me controlar mais
Já não encontro mais paz
Está difícil de esconder
Quero fazer amor com você!
Quero mergulhar no seu prazer
Não consigo controlar este desejo
De querer sentir o gosto do seu beijo.
Quero fazer amor com você!
Não consigo controlar este desejo
De querer sentir o gosto do seu beijo.
Quero fazer amor com você!
Quero te amar pra valer
Quero te olhar frente a frente
Quero que nossa paixão a cada dia aumente.
Quero fazer amor com você!
Quero te olhar frente a frente
Quero que nossa paixão a cada dia aumente.
Quero fazer amor com você!
Te abraçar, te beijar, te querer
Até o extase total
Te fazer sentir-se muito especial
Quero fazer amor com você!
Até o extase total
Te fazer sentir-se muito especial
Quero fazer amor com você!
E de tudo, neste momento, esquecer
Quero fazer seus olhos brilharem
Quando minhas mãos, com carinho, te tocarem.
Quero fazer amor com você!
Quero fazer seus olhos brilharem
Quando minhas mãos, com carinho, te tocarem.
Quero fazer amor com você!
E quando essas palavras tocarem seu coração
E você sentir a mesma emoção
Então você vai realmente saber
Que Quero Fazer Amor Com Você !!!
E você sentir a mesma emoção
Então você vai realmente saber
Que Quero Fazer Amor Com Você !!!
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
sábado, 17 de julho de 2010
Amiga Cris (Rubi)

Hoje é um dia muito especial.
Aliás, todos os dias são especiais.
Pois estou viva!
Cheia de altos e baixos, mas viva.
Mas hoje não estou aqui para falar de mim, mas sim de uma anjinha sem asas em minha vida
Hoje completa um ano que nós somos amigas.Já entramos e saímos das mesmas roubadas, com as mesmas pessoas e da mesma maneira.
Nos conhecemos... Você como locutora e eu como sua ouvinte.
e entre pedidos e confissões tivemos os mesmos amigos que um dia nos traíram, mas nós... nós superamos tudo e hoje somos mais do que amigas... Irmãs.
Entre tantos altos e baixos enfrentamos o que podemos chamar de preliminares necessárias para a nossa evolução...
E com certeza, evoluímos.
E hoje, estamos aqui: exatamente no mesmo espaço, na mesma web rádio, num novo círculo de amizades para provarmos que tudo é possível quando se ama um alguém.
Quando se ama verdadeiramente um amigo!
Aliás, todos os dias são especiais.
Pois estou viva!
Cheia de altos e baixos, mas viva.
Mas hoje não estou aqui para falar de mim, mas sim de uma anjinha sem asas em minha vida
Hoje completa um ano que nós somos amigas.Já entramos e saímos das mesmas roubadas, com as mesmas pessoas e da mesma maneira.
Nos conhecemos... Você como locutora e eu como sua ouvinte.
e entre pedidos e confissões tivemos os mesmos amigos que um dia nos traíram, mas nós... nós superamos tudo e hoje somos mais do que amigas... Irmãs.
Entre tantos altos e baixos enfrentamos o que podemos chamar de preliminares necessárias para a nossa evolução...
E com certeza, evoluímos.
E hoje, estamos aqui: exatamente no mesmo espaço, na mesma web rádio, num novo círculo de amizades para provarmos que tudo é possível quando se ama um alguém.
Quando se ama verdadeiramente um amigo!
Homenagem a Cris por 1 ano de nossa amizade! Que resistiu a tudo e todos!
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Dia Internacional do Homem!

Homens... maravilhosos e incompreendidos homens!
Falamos línguas diferentes
Tropeçamos em nós mesmos, tombos freqüentes....
"- Antagônicos, briguentos, rabugentos...."
...ah! Estes homens maravilhosos...
Por que será que tanto deles reclamamos
Se por eles nos derretemos e tanto os amamos?
Sua força, seu cheiro, seu toque,
Só de imaginar vão dando choque.
Homens maravilhosos,
Chamosos, incrivelmente deliciosos!
Insubstituíveis,
Mulherengos, terríveis,
Mas... apaixonantes!
Esplendidos amantes!
Estou para ver mulher que reclame
Mas que algum destes danadinhos não ame!
Tão viris,
Donos ou não de seu nariz...
Todos eles tem seu charme irresistível
Fugir deles? Impossível!
Imcompreendidos... pobrezinhos!
Dificilmente estão sozinhos...
Reclamamos mas não os largamos
Sem eles, não vivemos, mal respiramos!
Homens vocês são demais!
Meu respeito, carinho, até breve e até mais!
Feliz Dia Internacional do Homem
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
sábado, 10 de julho de 2010
Feliz Aniversário

Um momento especial de renovação para sua alma e seu espírito, porque Deus, na sua infinita sabedoria, deu à natureza, a capacidade de desabrochar a cada nova estação e a nós capacidade de recomeçar a cada ano.
Desejo a você, um ano cheio de amor e de alegrias.
Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas. Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.
Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.
É ser grato, reconhecido, forte, destemido.
É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo.
Parabéns a você nesse dia tão grandioso.
Escrito por Luciana Mello - Porto Alegre - ouvinte da Rádio Explendor
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Aos Noivos...

A partir de hoje
O mundo não será apenas uma promessa,
Será um sonho
Composto de dois existir;
Um sonho lindo...
A partir de agora
Seus sentimentos serão vividos juntos
Serão as duas metades encontradas;
Encontrando-se numa só chama.
Serão motivos de alegrias e de conquistas
Contempladas por dois corações.
Esse sonho recém plantado
Dará frutos;
Frutos do Verdadeiro Amor,
Abençoado por Deus.
Como todo sonho
Muitas vezes acontecem desencontros
Mas a força desse Amor
Fará com que as duas metades permaneçam juntas,
Descobrindo o significado da palavra Felicidade.
E é com toda admiração desse Amor que desejo...
Muitas Felicidades!!!
Foram os votos da minha amiga Bruninha.
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Não me dê adeus!

HOMENAGEM A SUZY DA RÁDIO EXPLENDOR!
Não digas adeus apenas dê um tchau!
Deixe apenas as lembranças boas.
Como me dói o seu adeus
Está me deixando uma grande ferida!
Como dói a sua ida
Esta deixando em mim
Uma grande ferida
Que somente o tempo
Irá cicatrizar.
Não precisa se despedir.
Junto a ti vai
Um pedaço de mim.
Mas não me diga adeus.
Essa palavra me corrói.
Seu aceno me destrói.
Não me diga um adeus
Apenas me diga um até breve!
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
domingo, 4 de julho de 2010
A partir do próximo amanhecer...

Hoje "me dei um tempo" para pensar na vida.
Na minha vida!
Decidi então que a partir do próximo amanhecer; vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouquinho mais feliz.
Decidi então que a partir do próximo amanhecer; vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouquinho mais feliz.
Para começar, não vou mais olhar para trás.
O que passou é passado, se errei, agora não vou conseguir corrigir.
Então, para que remoer o que passou?
Refletir sobre aqueles erros sim e então fazer deles um aprendizado para o "meu hoje"...
Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como "eu" gostaria...
E daí?
A partir do próximo amanhecer vou continuar a amá-las, mas não vou tentar mudá-las.
Pode ser até que ficassem como eu gostaria que fossem e deixassem de ser as pessoas que eu amo.
Isso eu não quero.
Mudo eu...
Mudo meu modo de vê-las.
Respeito seu modo de ser.
Mas não pense que vou desistir dos meus sonhos!
Imagine!
A partir do próximo amanhecer,
Vou lutar com mais garra para que eles aconteçam.
Mas vai ser diferente.
Não vou mais responsabilizar a mais ninguém por minha felicidade.
Eu vou ser feliz!
Não vou mais parar a minha vida.
Porque o que desejo não acontece,
Porque uma mensagem não chega,
Porque não ouço o que gostaria de ouvir.
Vou fazer meu momento...
Vou ser feliz agora...
Terei outros dias pela frente!
Nunca mais darei muita importância aos problemas que não tenho conseguido resolver.
A partir do próximo amanhecer; vou agradecer a Deus, todos os meus dias por me dar forças para viver,
Apesar dos meus problemas.
Chega de sofrer pelo que não consigo ter, pelo que não ouço ou não leio.
Pelo tempo que não tenho e até de sofrer por antecipação, pensando sempre, apenas no pior.
A partir do próximo amanhecer, só vou pensar no que tenho de bom.
Meus amigos nunca mais precisarão me dar um ombro para chorar.
Vou aproveitar a presença deles para sorrir, cantar, para dividir felicidade.
A partir do próximo amanhecer vou ser eu mesmo.
Nunca mais vou tentar ser um modelo de perfeição.
Nunca mais sorrir sem vontade ou falar palavras amorosas por que acho que sei o que os outros querem ouvir.
A partir do próximo amanhecer vou viver minha vida, sem medo de ser feliz.
Vou continuar esperando.
Não, não vou esquecer ninguém.
Mas...
A partir do próximo amanhecer,
Quando a gente se encontrar, com certeza, vou te dar "aquele" abraço bem apertado, e com toda sinceridade dizer...
Adoro você!!!
E tenho muito amor para lhe dar.
Com carinho para todos os meus amigos do coração!
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
terça-feira, 29 de junho de 2010
Verdadeiramente

Apesar de ser pouco mais que senso comum é uma das únicas frases vazias e tristes que podes tomar como certa:
Enquanto és feliz não o percepcionas verdadeiramente.
E por isso mais tarde sentir-te-ás profundamente infeliz, para simplesmente, ficares a saber o quanto foste feliz.
A dor é lucidez porque, concretamente, o que te dói é a consciência crua daquilo que existia mas já não existe, que acontecia mas já não acontece.
Dor é a tua incompreensão e indignação arrastada e melancólica.
É quase um capricho, na ausência de um pestanejar levemente filosófico.
É quase uma superficialidade.
Aparentemente.
Porque a dor mantém-te aqui, verdadeiramente.
Relembra-te, todos os dias, que algum dia foste feliz e que a casualidade existe no Universo.
Podes ser feliz outra vez.
Se não sofreres não sentes com exatidão o quanto já não és feliz.
E, se não tiveres essa consciência não existes, arrastas-te pelo mundo, limitando-te a respirar biologicamente.
Viver verdadeiramente é ser feliz porque se conquistou uma infelicidade tão dura no coração que a morte foi a hipótese mais fácil, impondo-se a vida verdadeiramente sentida como solução.
E tu sobrevives.
E voltas a ser feliz.
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Vírus

Acorda no meio da noite fria com medo, medo que o tenham infectado com o vírus que ele repugna e detesta.
É mais do que legítimo, o medo.
Durante luas negras quis ficar doente, quis que o veneno corresse nas suas veias azuis para que o sangue ficasse banalmente vermelho, tornando-o numa pessoa comum e vazia.
Desejou que lhe arrancassem tudo o que nele era diferente, tudo o que era puro.
Tudo o que o afastava dos outros.
E agora teme, febrilmente, ter parte da sua alma suja.
Lá no fundo, conhece o quanto foi humano e vulnerável.
Mas não há desculpa, o tempo não é absoluto.
Sabe, dolorosamente, que se fosse infectado, corrompido era estúpido mas era menos triste, porque a tristeza é uma evolução do homem.
Se ele fosse inócuo estaria, talvez, a sorrir ignorantemente.
O sorriso seria vazio, sujo, falso, estridente.
Ele não quer, já não o quer.
Prefere sorrir pouco mas verdadeiramente.
Mas tem medo que já o tenham infectado suavemente.
Tem medo que seja muito tarde para alguém completamente imune ao vírus acreditar na alma torturada dele.
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
domingo, 27 de junho de 2010
Inútil

“O passado é inútil como um trapo”.
Ele passou pela tua rua e a memória daqueles tempos doces de cheiro a amoras selvagens brilhou-lhe no coraçao durante uma fração de tempo.
Mas depois até essa memória da memória lhe desaparece da mente.
E a memória é objetiva, é fria.
Não sente nada para além de uma sensação de familiaridade, que é sempre uma sensação suavemente calorosa.
Não sente para além daquele arrepio de Déjá Vù porque já apanhou este trem antes, já saiu nesta mesma paragem antes, contigo a salvo no peito.
Mas é inútil.
Porque é o mesmo eu dele.
É o mesmo trem.
É a mesma rotina, o mesmo quotidiano.
É a mesma cidade, permaneceu imóvel a esse romance falhado.
Um romance falhado serve unicamente para uma espécie de aviso de não repetição. Uma cicatriz no coração.
Um romance falhado é uma marca sensorial e só serve para isso, para se dizer que se viveu de alguma forma, de alguma maneira.
Amor não existe sem um certo conceito de aleatoridade.
Foi tudo inútil, agora nada existe.
Até o final foi inutil.
Gastaste-o e ele renasceu e já não sabe quem és.
Recorda-te como se recorda de uma equação brilhante matemática ou de monumento magnificiente que o fascinou.
Recorda-te sem se lembrar de quem és.
“O passado é inútil como um trapo”.
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
sábado, 26 de junho de 2010

A cada passo que alterna os pés na rosa dos ventos, mais pulsa o ar que nos interpõe. O lodo escorregadio no chão da velha casa que criamos, cresce à medida que o silêncio continua a ser a cor das paredes...
Do mesmo ninho, desgarramos e desbravamos vozes, linguagens, ritmos, dissabores, imagens e água, muita água.
E posso vê-la empoçar no latão velho perdido nos entulhos que esquecemos de arrumar.
E quisemos esquecer.
Quisemos deixar.
Hoje renascemos de tantas cinzas quanto o coração humano consegue suportar. Fomos ombro um do outro, num amor dos mais confusos e estranhos que já pude tocar.
E sim, endurecemos.
Com medo do escuro, nos escondemos em crostas de indiferença, em venenosas e ferinas palavras, em tão frágeis berros que tocaram com fogo o claustro fundo da dor.
Do monte alto de tantas aflições fizemos parceria na guerra e dividimos sorrisos, com tão esfarrapadas desculpas para ficar perto um do outro.
Mas o hoje é tempo de adeus.
Tempo de ir.
Tempo que não se conta e mal se dá conta.
Quando vi, éramos outros, intercalados pelo vão das palavras não ditas; dos cômodos que não se visitam.
E só estamos...
Antes mesmo de partir, estranhos.
E só eu sei o quão alto me custa a dor de ainda dividir a geografia e não dividir o coração.
De termos tamanha contiguidade territorial e tantos limites perigosos, pactos de fria paz.
Há tanto que queria dizer.
Quão é almejado o espaço pra te mostrar o que aprendi não há como dizer, apenas deixar as chuva molhar o rosto.
E ver-te em vista trêmula com os olhos vermelhos, com o punhal no peito e o sorriso no rosto.
É, em mim, um zumbido agudo e ininterrupto esse impropério.
Não passa e me acompanha apitando entre os carros, as pessoas falando, a vida “levando”.
Nunca quis, nem quero, roubar tua casa, teus brinquedos e teus princípios.
Não quero arrolar sobre teus olhos os meus olhos, os meus pontos, o meu tempo.
O tempo é só o agora e ele passa deixando um vão abissal entre nós.
Eu vou e deixo-te com os pretos velhos e as armas de Jorge; com sua capa vermelha e flamejante na luta com teus dragões.
Os meus quedaram moinhos de vento, pra descobrir outra medida que não a fatalidade profetizada, e eles me aguardam fora daqui.
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Luto

O dicionário define luto
Como um sofrimento mental ou
Stress por aflição ou perda.
Sofrimento agudo.
Arrependimento doloroso.
Como pessoas,
Somos ensinados a aprender e confiar nos livros,
Em definições, em definitivos.
Mas na vida, definições escritas raramente são válidas.
Como um sofrimento mental ou
Stress por aflição ou perda.
Sofrimento agudo.
Arrependimento doloroso.
Como pessoas,
Somos ensinados a aprender e confiar nos livros,
Em definições, em definitivos.
Mas na vida, definições escritas raramente são válidas.
Na vida,
O luto pode ser várias coisas
Que atenuem o sofrimento.
Luto deve ser algo
Que todos temos em comum,
Mas parece diferente em todos.
Não é só pela morte
Que temos que sofrer.
O luto pode ser várias coisas
Que atenuem o sofrimento.
Luto deve ser algo
Que todos temos em comum,
Mas parece diferente em todos.
Não é só pela morte
Que temos que sofrer.
É pela vida.
Pelas perdas.
Pelas mudanças.
E quando imaginamos por que
Algumas vezes é tão ruim,
Por que dói tanto,
Temos que nos lembrar que
Pode mudar instantaneamente.
Pelas perdas.
Pelas mudanças.
E quando imaginamos por que
Algumas vezes é tão ruim,
Por que dói tanto,
Temos que nos lembrar que
Pode mudar instantaneamente.
É assim que se permanece vivo.
Quando dói tanto
Que não se pode respirar,
É assim que você sobrevive.
Se lembrando desse dia,
De alguma forma,
Impossivelmente,
Não se sentirá assim.
Não vai doer tanto.
O luto vem em seu próprio
Tempo para todos.
À sua própria maneira.
O melhor que podemos fazer,
O melhor que qualquer um
Pode fazer
É tentar ser honesto.
Quando dói tanto
Que não se pode respirar,
É assim que você sobrevive.
Se lembrando desse dia,
De alguma forma,
Impossivelmente,
Não se sentirá assim.
Não vai doer tanto.
O luto vem em seu próprio
Tempo para todos.
À sua própria maneira.
O melhor que podemos fazer,
O melhor que qualquer um
Pode fazer
É tentar ser honesto.
A parte ruim,
A pior parte do luto,
É que não se pode controlá-lo.
O melhor que podemos fazer
É tentar nos permitir senti-lo,
Quando ele vem.
E deixar para lá
Quando podemos.
A pior parte é que no momento
A pior parte do luto,
É que não se pode controlá-lo.
O melhor que podemos fazer
É tentar nos permitir senti-lo,
Quando ele vem.
E deixar para lá
Quando podemos.
A pior parte é que no momento
Que você acha que o superou,
Começa tudo de novo.
E sempre,
Toda vez
Ele tira o seu fôlego.
Há cinco estágios do luto.
São diferentes em todos nós,
Mas sempre há cinco.
Negação.
Raiva.
Barganha.
Depressão.
E então... aceitação.
Começa tudo de novo.
E sempre,
Toda vez
Ele tira o seu fôlego.
Há cinco estágios do luto.
São diferentes em todos nós,
Mas sempre há cinco.
Negação.
Raiva.
Barganha.
Depressão.
E então... aceitação.
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
sábado, 19 de junho de 2010
Queda livre

Postei os dois pés sobre o parapeito, tentando me equilibrar. Braços abertos, coração acelerado e olhos semi-cerrados. Era mesmo necessário passar por este treinamento? Parecia que sim. Respirei fundo e olhei para baixo.
90 metros me separavam do chão. Ali, de cima do prédio, contemplei o horizonte. O céu estava acinzentado por causa do tempo seco que já dava seus sinais. Dali, tudo parecia tão pequeno. Os carros, as pessoas e a vida.
Uma brisa leve começou a soprar e senti meu corpo tremer com o toque suave do vento. O medo se apoderou de mim e travei todos os músculos.
De repente, minha própria voz ecoou em meus ouvidos, me fazendo arregalar os olhos. A lembrança de minha palavras, com tanta autoridade, com tanta propriedade me fizeram questionar até que ponto o meu incentivo e afirmação eram reais para mim mesma.
Um milagre viria ao meu socorro? Uma mão poderosa me sustentaria? Bastaria uma palavra dEle para que tudo se fizesse novo? Eu cria que sim. Mas vivia o "sim"? Olhei novamente para baixo. Respirei fundo novamente. Mexi os pés, me preparando melhor. Firmei os braços abertos. Com um pequeno sorriso confirmei minhas crenças: saltei no infinito desconhecido e livre do não-saber do futuro e deixei que Deus fosse minha corda e paraquedas, numa queda livre que correspondia não à expectativa alheia a meu respeito, mas à minha própria fé.
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Agradável Dívida

A tua presença relembra um místico jardim suspenso.
Mas só deixas saudade porque as rosas são azuis límpidas.
Tudo em ti é diferente de um tom azulado tão carasterístico que é suficiente para me envergonhar.
E ter, conseqüentemente, uma imensa saudade do som do teu riso que eleva a minha mente a esse ponto em que existe um jardim suspenso cheio de rosas azuis únicas e frágeis.
Trazes na ponta dos dedos a essência de Peter Pan, a capacidade de sonhar sem limites porque limite é apenas uma palavra utilizada por aqueles que têm para encantar os seus dias a pobre e cinzenta realidade.
Não têm mais nada, não podem conceber que mais alguém tenha.
É-lhes demasiado doloroso, demasiado humilhante, tenho-lhes uma verdadeira compaixão, são já tão pouco...
Consegues brilhar tanto como o Sol, arrastas a novidade, a imaginação e a liberdade contigo para todo o lado.
És um Sol que nem sabe o quanto ilumina.
O quanto aquece.
É impossível não dar conta que agora não estás aqui.
Os ossos só não congelam tristemente de frio porque conseguem sentir o calor deixado por ti quando fecho os olhos e ouço a tua voz.
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Segredos

Não há segredos na ciência.
O próprio corpo tem meios de expor mentiras.
Dentro de uma "mente" a verdade é sempre despida.
Já manter segredos fora dela é um pouco diferente.
Mas uma coisa é certa.
O que quer que tentamos esconder nunca estamos prontos para a verdade nua e crua.
Esse é o problema com segredos.
Como a infelicidade, eles adoram companhia.
O que quer que tentamos esconder nunca estamos prontos para a verdade nua e crua.
Esse é o problema com segredos.
Como a infelicidade, eles adoram companhia.
Eles acumulam e tomam conta de tudo.
Até não ter espaço para mais nada.
Até estar cheio de segredos, prestes a explodir.
Até não ter espaço para mais nada.
Até estar cheio de segredos, prestes a explodir.
Uma coisa que esquecemos é o alívio de se livrar de um segredo.
Seja bom ou ruim, pelo menos ele foi revelado.
Goste ou não.
Seja bom ou ruim, pelo menos ele foi revelado.
Goste ou não.
E depois de revelado o seu segredo, não precisa mais se esconder atrás dele.
O problema com o segredo é que mesmo estando no controle, você não está.
O problema com o segredo é que mesmo estando no controle, você não está.
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
sábado, 12 de junho de 2010
Amor Perfeito.

Não existe amor perfeito, se o coração não é perfeito.
O amor não se pesa, não se mede, não se avalia.
Não se dá, não se perde, não se rouba.
O amor sozinho é suficiente a si mesmo.
O que nos resta é a capacidade para entendê-lo, acolhê-lo e tomarmos conta dele sem que possamos alterá-lo na nossa vida de alguma forma.
O amor se oferece a nós gratuitamente, como todo dom.
Mas questionamos sempre.
E tropeçamos nas nossas pernas tentando moldá-lo ao nosso jeito, à nossa visão, à nossa vontade como se ele fosse uma coisa qualquer que pudesse ser modificada.
Somos pequenos e o amor é grande; somos pequenininhos e o amor é imenso, rico, cheios de mistérios e felicidades que nem podemos imaginar que existam.
E perdemos o amor porque perdemos a razão dele.
Perdemos o senso de nos contentar com o que ele pode nos oferecer.
Perdemos, porque exigimos demais, cobramos demais, sufocamos demais.
Ser feliz no amor é guardar a capacidade de vê-lo feliz, se fazemos dos nossos braços uma prisão em nome do amor, a quem fazemos feliz?
Com nossa insaciável sede de querer ter sempre mais do que a vida nos oferece acabamos sem nada, porque não soubemos valorizar o pouco, mas verdadeiro, que recebemos.
Jogamos fora com nossas mãos o que nelas foi colocado para ser bênção.
E tudo isso porque somos humanos, seres feridos e cheios de cicatrizes, sangrando e machucados pelos percalços da vida.
Mas quando a gente ama muito uma pessoa precisa aprender a deixar a própria dor de lado de vez em quando para estar do lado da pessoa que a gente ama, principalmente se sabemos que essa pessoa está ferida também.
E não é bom questionar o amor, mas vivê-lo; porque o amor em si, mesmo imperfeito, já é um presente sem preço.
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
Só por hoje!

Hoje não dá pra dizer
O que dizemos nas brigas,
Nem dar atenção a intrigas
Que venham nos abater.
Hoje não dá pra falar
Dos defeitos que enxergamos,
Dos outros que nós amamos,
Nem podemos comparar.
Hoje provamos da paz,
Deixamos danos largados.
Ressentimento fugaz
Mandamos para outros lados.
Vivamos o que nos traz
O Dia dos Namorados!
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Meu respirar

Faltou ar. Desesperadamente olhei para cima, em busca do precioso oxigênio, e me deparei com o céu azul, tranqüilo. Acima de mim, as garças voavam, piando e procurando alimento. O sol forte brilhou em meus olhos me fazendo franzir a testa. E nesta contemplação, me esqueci de respirar. Envolta em líquido luminescente, engasgada pela ausência da mistura vital, olhei aos lados e só contemplei o horizonte vazio.
Fechada, encalacrada, enrolada, vedada, selada. No vácuo vazio da existência sem ar. Levantei os braços em agonia profunda e desespero crescente. Sobre minha cabeça se estendeu o tapete duro de gelo de uma estação desconhecida. Esmurrei a parede fria, que me impedia de voltar à vida, com a esperança ali fora, a voar com as garças.
Mas o esforço contido pela substância gelatinosa, me fez perder a força e o impacto não provocou mais do que uma micro rachadura no invólucro. Se as lágrimas escorressem pelos olhos, eu choraria.
O tempo, que de 5 segundos foi transformado em eternidade, passou a ser inimigo da minha sobrevivência. Senti que me movia, mas sem ter levantado os pés. Carregada dentro da prisão de gelo. A micro rachadura, por fim, riscou-se em arranhão profundo. Com o mover da caixa, a fenda tornou-se cada vez mais longa. Debati-me.
O sol ainda brilhava, desafiador. O vento demonstrava sua presença com forte golfadas de ar, balançando as árvores nas quais se escondiam as garças. A maresia invadia o receptáculo, trazendo o gosto de mar aos meus sentidos.
Balbuciei palavras perdidas, desenhadas pela ilusão de um novo respirar. Até que a rachadura tornou-se em espaço. Cabia-me um dedo entre a fresta. Com o pouco de força que restava, segurei as bordas com a ponta do indicador. Não era gelo, mas material transparente. A fenda cortava-me as digitais.
Com o sangue escorrendo pelos braços, alcancei a liberdade de uma mão e depois de outra. A chance de sentir o ar atravessando meus dedos me deu novo vigor para enfrentar a parede não mais tão sólida que me prendia. Com a cabeça zonza pela falta de oxigênio e a perda de sangue, empurrei meu corpo contra o vão que havia criado. Com um só golpe, livrei-me de vez da cadeia luminescente. Sentei-me, cansada, meio corpo ainda dentro da caixa. Passei a mão desesperada no rosto, tentando livrar as vias respiratórias do líquido gelatinoso.
Respirei ofegante. E por longo tempo nada fiz a não ser deixar entrar e sair o ar. Limpei os pulmões do gás carbônico. Tossi longamente, expurgando toda minha própria toxina. Até que levantei os olhos e não reconheci meu destino. O mar morria na praia e nada mais se ouvia além de seu murmúrio. E foi então que tudo foi percebido: saía de um pesadelo e invadia meu próximo sonho colorido.
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
Fechada, encalacrada, enrolada, vedada, selada. No vácuo vazio da existência sem ar. Levantei os braços em agonia profunda e desespero crescente. Sobre minha cabeça se estendeu o tapete duro de gelo de uma estação desconhecida. Esmurrei a parede fria, que me impedia de voltar à vida, com a esperança ali fora, a voar com as garças.
Mas o esforço contido pela substância gelatinosa, me fez perder a força e o impacto não provocou mais do que uma micro rachadura no invólucro. Se as lágrimas escorressem pelos olhos, eu choraria.
O tempo, que de 5 segundos foi transformado em eternidade, passou a ser inimigo da minha sobrevivência. Senti que me movia, mas sem ter levantado os pés. Carregada dentro da prisão de gelo. A micro rachadura, por fim, riscou-se em arranhão profundo. Com o mover da caixa, a fenda tornou-se cada vez mais longa. Debati-me.
O sol ainda brilhava, desafiador. O vento demonstrava sua presença com forte golfadas de ar, balançando as árvores nas quais se escondiam as garças. A maresia invadia o receptáculo, trazendo o gosto de mar aos meus sentidos.
Balbuciei palavras perdidas, desenhadas pela ilusão de um novo respirar. Até que a rachadura tornou-se em espaço. Cabia-me um dedo entre a fresta. Com o pouco de força que restava, segurei as bordas com a ponta do indicador. Não era gelo, mas material transparente. A fenda cortava-me as digitais.
Com o sangue escorrendo pelos braços, alcancei a liberdade de uma mão e depois de outra. A chance de sentir o ar atravessando meus dedos me deu novo vigor para enfrentar a parede não mais tão sólida que me prendia. Com a cabeça zonza pela falta de oxigênio e a perda de sangue, empurrei meu corpo contra o vão que havia criado. Com um só golpe, livrei-me de vez da cadeia luminescente. Sentei-me, cansada, meio corpo ainda dentro da caixa. Passei a mão desesperada no rosto, tentando livrar as vias respiratórias do líquido gelatinoso.
Respirei ofegante. E por longo tempo nada fiz a não ser deixar entrar e sair o ar. Limpei os pulmões do gás carbônico. Tossi longamente, expurgando toda minha própria toxina. Até que levantei os olhos e não reconheci meu destino. O mar morria na praia e nada mais se ouvia além de seu murmúrio. E foi então que tudo foi percebido: saía de um pesadelo e invadia meu próximo sonho colorido.
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
Ah, vamos dançar...
Oh, pois quando daquele jeito, dançar junto é como fazer amor.
Oh, pois quando daquele jeito, dançar junto é como fazer amor.
Os movimentos do corpo são melódicos e as melodias em si, coloridas.
Cor rubra, rubi, dourado e topázio.
Cores de pedras líquidas.
Vamos dançar...
Vamos dançar mais um pouco...
Me leva...
Sem testemunhas.
Só nós de mãos e braços enovelando nossos corpos no conjunto da dança.
Ah, vamos dançar...
Pintemos a noite, dançando, de amarelo ouro.
Laranja cor quente.
Temperatura.
O alaranjado queimando-se mais do vinho tinto seco.
Ah, continuemos a dança...
Que gostoso...
Ah, vamos dançar...
Juntos
A sós
Com melodia
Na melhor hora do dia.
(ainda que qualquer dia - mas nunca um dia qualquer)
Ah, vamos dançar e aquarelar a tela de um salão...
Ah, vamos dançar...
Juntos
A sós
Com melodia
Na melhor hora do dia.
(ainda que qualquer dia - mas nunca um dia qualquer)
Ah, vamos dançar e aquarelar a tela de um salão...
Deslizemos languidos...
Dança de febre gostosa...
Até nossas mãos estão dançantes...
Piano...
Sax Tenor
Ah, romance, então...
Vamos dançar...
Até nossas mãos estão dançantes...
Piano...
Sax Tenor
Ah, romance, então...
Vamos dançar...
*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`
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