Decisão de caráter urgente implica isso mesmo, deixar que o instinto decida por nós o que o racional que habialmente regra os nossos passos se revela incapaz de se motivar. Sair, ao frio da noite, para o desconhecido, em busca de um local que nunca se viu para ir buscar o tal alguém que num momento negro, arriscou em cometer tamanha alarvidade.
E nesse belo dia, a balança pende para essa tal pessoa em detrimento de outra. E começa um outro drama, em que se torna complicado gerir a dedicação de parte a parte, em que o emocionado não admite/compreende/aceita que haja uma outra figura na mesma linha sentimentalista. Até que se apercebe que são mais.
Porque ao contrário de determinadas cordas bambas, há aqui uma delicada força mental à qual sou completamente alheia (o meu talento destrutivo matá-los-ia a todos em questão de nanossegundos), mas que por outro lado é completamente sustentada por uma vigência comum de muito tempo e conhecimento. E quem chegou mais tarde, até que a teia emocional lhe permita passar à frente na fila, irá ter que ficar no seu posto.
Claro que isto suscita ataques ao ego de qualquer um, sobretudo quando se trata já da minha habitual gélida presença.
Fear not, oh brave one. You wouldn't stand in that line for another moment it l'd not be strong enough to keep you there.
São estranhos desígnios. por vezes difíceis de explicar.
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