sexta-feira, 18 de junho de 2010

Agradável Dívida



A tua presença relembra um místico jardim suspenso.
Mas só deixas saudade porque as rosas são azuis límpidas.
Tudo em ti é diferente de um tom azulado tão carasterístico que é suficiente para me envergonhar.
E ter, conseqüentemente, uma imensa saudade do som do teu riso que eleva a minha mente a esse ponto em que existe um jardim suspenso cheio de rosas azuis únicas e frágeis.
Trazes na ponta dos dedos a essência de Peter Pan, a capacidade de sonhar sem limites porque limite é apenas uma palavra utilizada por aqueles que têm para encantar os seus dias a pobre e cinzenta realidade.
Não têm mais nada, não podem conceber que mais alguém tenha.
É-lhes demasiado doloroso, demasiado humilhante, tenho-lhes uma verdadeira compaixão, são já tão pouco...
Consegues brilhar tanto como o Sol, arrastas a novidade, a imaginação e a liberdade contigo para todo o lado.
És um Sol que nem sabe o quanto ilumina.
O quanto aquece.
É impossível não dar conta que agora não estás aqui.
Os ossos só não congelam tristemente de frio porque conseguem sentir o calor deixado por ti quando fecho os olhos e ouço a tua voz.


*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸ Beijos*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•* (¸.•´ (¸.•`

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